Torna-se necessário alterar, modificar e melhorar a sociedade. É preciso renovar opiniões e ideias. Pois vivemos em constante mudança. É preciso que haja A Revolta das Ideias. Ah e não se esqueçam que os vossos comentários são muito importantes
Terça-feira, 10 de Julho de 2007
Ser eticamente famoso

 

Ser famoso, penso que seja um dos grandes objectivos da esmagadora maioria das pessoas. Aposto que se se fizesse um inquérito/sondagem a perguntar unicamente se gostaria de ser famoso, 90% das respostas seriam afirmativas. E sinceramente acho que é uma ambição natural e saudável se...

Ora perguntar linearmente se se quer ser alguém famoso, induz a resposta para um sim redondo. O que importa saber é qual é a definição de famoso que se têm e aqui é que reside a grande questão.

Na minha opinião, a definição de famoso devia ser, pessoa que se destaca pelos seus bons resultados na sua área de influência, resultados pelos quais é reconhecido por um grande número de pessoas que lidam com a mesma área de influência.

Mas isto tudo porque tenho assistido a diversas tentativas de subida na "sua famosidade" (?) por parte de diversas pessoas.

Eles são bloggers que não criticam os políticos ou o primeiro-ministro, mas fazem tudo para levar com um processo deles em cima, não criticando, ofendendo. E o pior é que nem o fazem com ironia. Pois toda a gente sabe que se se for processado pelo primeiro-ministro, certamente o nome da pessoa e do blog irá aparecer nos telejornais.

Eles são bloggers advogados direitistas e ferverosos cristãos que conspirando com supostas ligações maçónicas aos mais altos cargos da política portuguesa, fazem uso da sua popularidade para de maneira bombástica obterem "falatório" a seu favor. Esquecendo que todos os domingos se ajoelham perante a maior e mais impregnada sociedade mundial.

Eles são directoras de direcções regionais que fazendo uso do seu autoritarismo, se tentam colar ao governo, mostrando que são uns excelentes servos ao seu dispor. Que depois dão milhentas e algumas entrevistas de 4 a 5 páginas, aos sensacionalistas jornais portugueses.

Portanto caros senhores/as se por próprio mérito não conseguem ser reconhecidos pelo trabalho que realizam, não façam as tristes cenas que parecem revelar um grande desespero por quererem ser a todo o custo pessoas com importância.

Porque ser famoso não deve ser entendido como o objectivo primordial, mas como a consequência natural pelo trabalho/desempenho/atitude obtido.

Tinha que dizer isto.


sinto-me: um pouco enervado

publicado por rui_amaral às 01:20
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7 comentários:
De Maria a 10 de Julho de 2007 às 14:52
Na realidade o seu texto nem de comentários necessita, resume a sede de fama que impera neste Portugal, parabéns.


De Diogo Pereira a 11 de Julho de 2007 às 00:05
Realmente e infelizmente, existe muitas dessas pessoas em Portugal :( Querem ficar famosas à custa do mal... e sinceramente, sim gostava de ser famoso.. mas pelas boas razões, não pelas razões que a maioria o é.

Bom post.


De Lua de Sol a 11 de Julho de 2007 às 14:38
"Tinha que dizer isto"... Agora, deixe que lhe diga: "Disse muito bem!". Gostei, sim senhor!


De erisian a 11 de Julho de 2007 às 23:16
Eu só me questiono é se essas pessoas não se lembram que só vão ser famosas durante uma semana ou duas. Isso não é ser famoso é querer chamar a atenção.

Querer ser famoso é mais paixão platónica que outra coisa para aquelas que não tentam chamar a atenção.


De zetrolha a 12 de Julho de 2007 às 00:23
Ora nem mais!


De Rafeiro Perfumado a 14 de Julho de 2007 às 09:27
Por momentos pensei que ias meter "bloggers" que lançam livros da treta, mas enganei-me! Realmente para ser famoso não é preciso muito, veja-se o caso da Carolina Salgado, do Bibi, do Alberto João Jardim, tudo exemplos que nos devem fazer reflectir se a "famosidade" (gostei da palavra) é assim tão boa!

Um abraço!


De gmsmc a 24 de Julho de 2007 às 16:34
Fama. Diz-se fama e não famosidade. Os portugueses também tentam ser famosos por falaram mal português e meterem meia dúzia de palavrões estrageiros no meio das suas frases só porque fica bem. Vá, moderação no provincianismo bacoco.


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